Olá!
Estou eu aqui outra vez para descrever mais uma aulinha desta misteriosa disciplina...
A nossa aula do dia 9 de Janeiro passou - se com alguns aspectos interessantes.
Começámos por relembrar a questão dos Critérios Valorativos a que se designa a hierarquização dos valores de aceitação universal.
Discutimos também o critério da Dignidade Humana, que nos diz: " Quando uma coisa tem um preço, pode pôr - se, em vez dela, qualquer outra equivalente; Mas quando uma coisa está acima de qualquer preço e, portanto, não permite equivalentes, então ela tem dignidade ".
Falámos também da diversidade de culturas onde incluímos o Etnocentrismo.
Este critério diz - nos que a sua própria cultura está acima de todas.
Para terminar:
As pessoas não se podem contrariar umas às outras porque cada pessoa tem a sua própria hierarquização de valores.
Beijinho :)
Diana
Nº8 / 10º E
Olá:
Bem, início do segundo período, e a primeira aula de filosofia. =)
Continuamos a falar de valores, como no período passado. Chegamos a uma conclusão, e dissemos que os valores servem para avaliarmos coisas.
Nos actos existem escolhas, as escolhas são feitas de valorizações / escolhas, escolhas essas que são valores. Aos valores atribuímos realidades que existem e realidades que não existem.
Por exemplo, se tiro más notas é um valor negativo, logo devemos alterá-lo para um valor positivo, são valores que atribuímos a uma realidade que existe, e a uma realidade não existente, mas que queremos que exista. =)
Se não agíssemos assim, se não corrigíssemos uma realidade existente negativa para uma realidade não existente positiva, o que aconteceria?
Se agíssemos assim, a nossa vida tornar-se-ia bloqueada, incerta.:S
Vivíamos um pouco como se fossemos animais, e iriam existir vários erros que nos prejudicariam (devido aos instintos animais).
=) Mais uma aula de filosofia que passou, e pronto =P
*
Vanessa Afonso *
Desta vez sou eu a escrever o post…
Para começar na aula passada fizemos uma lista de valores, dividimo-nos por grupos e o João fez o leilão desses valores. Hoje tivemos a fazer trabalhos para expormos os nossos planetas e convidarmos outras pessoas para irem para lá viver. O planeta do meu grupo tinha essencialmente saúde, liberdade e felicidade. Neste planeta, as pessoas eram felizes, essencialmente porque eram saudáveis e livres, factores muito importantes para alcançar a felicidade, entre outros, claro. Outro planeta tinha amor, beleza, paz, sabedoria, erotismo e prazer (acho que eram estes) e realmente também precisamos de amor para sermos felizes. O último planeta tinha riqueza, vida familiar serena, instrução e progresso e, de facto, apesar de não ser o mais importante, todos precisamos de dinheiro para viver, não é? Conclusão, para vivermos bem e sermos felizes precisamos um pouco de todos os valores, por isso acho que o ideal seria juntarmos os valores de todos os planetas e usufruirmos deles, consciente e livremente, na Terra, pois se o nosso planeta tivesse todos estes valores e apenas estes seria o paraíso, não haveria ninguém doente nem infeliz. Que tal fazermos um pequeno esforço para que este sonho mude im pouco a realidade?
Ana Luísa nº2
Poizé, já vamos na aula 25 e parece que sou novamente a escrever e por coincidência o post e sobre a aula da correcção do teste.
Mas em primeiro lugar, começamos a aula a falar sobre o assunto da aula anterior, aula em que assistimos a uma palestra sobre os Direitos Humanos.
Em seguida começámos a falar dos testes, houve uma melhoria das notas, mas eu infelizmente tirei novamente nega. Este teste tinha 4 perguntas e elas estavam relacionadas com a acção humana, a liberdade e a distinção entre o homem e o animal.
Como no primeiro teste o professor fez a correcção e explicou-nos a maneira como responder a cada pergunta.
Depois da correcção fizemos a nossa auto-avaliação.
No final da aula o professor deu-nos um exemplo de que a coisa mais insignificante, como obrigar os seus alunos a escrever entre as margens da folha, fez com um dos seus alunos, agora já adulto, através daquele exemplo, aprendesse a respeitar as margens da vida.
O meu post fica por aqui, esporo que todos tenham um Bom Natal e um Prospero Ano Novo.
Beijos e abraços
E não se esqueçam de gozar as ferias ao máximo. XD
Comentem
Américo 10ºE
Poizé, desta vez serei eu a fazer o post, e calhou-me a 19ª aula.
Nesta aula o sumário foi a Causalidade e Finalismo, e os condicionantes da acção humana e liberdade. O tema da causalidade foi o mais aprofundado na aula, pois foi como um resumo da aula anterior, a aula do determinismo e liberdade. Na aula aprendemos que a causa do Universo não é fisica, mas sim Metafisica. Pois consideramos que foi Deus quem criou o Universo sendo assim uma causa não fisica pois Deus é eterno. Tambem percebemos que o Universo fisico é ilimitado, no espaço e no tempo (eterno).
Se seguirmos a logica da causalidade não existe liberdade nenhuma.
Nós só obtemos liberdade se seguirmos a logica do Finalismo, isto é com o Finalismo somos livres. Pois existe uma causa final que se antecede ao acontecimento.
Espero que comentem muito.
Beijos e abraços para todos
Marcelo Soares nº 19 10 E
Poizé, lá tem de ser, aqui estou a escrever o post para Filosofia.
Vou ser breve para não chatear muito.
Já vamos na lição nº 15, esta foi a aula em que recebemos o teste, teste que parecia ser simples.
Nos estávamos à espera de ter boas notas, pois o teste parecia feito à medida das nossas capacidades.
Mas houve, como sempre, negativas e positivas, umas baixas e outras altas. Depois da entrega, começámos a fazer a correcção do teste.
Durante a correcção, o Sr. Professor Josias Gil, explicou-nos as perguntas e chegámos à conclusão (pelo menos eu cheguei) de que todas tinham respostas fáceis e simples, e que se uma pessoa tivesse estudado um bocado e feito o teste com atenção, as notas seriam muito melhores.
Moral da história, quem tirou má nota, tem de estudar mais e estar mais atento e quem tirou boa nota, que continue assim porque está muito bem.
Beijos e abraços
Boa sorte para o próximo teste.
Américo nº1 10ºE
Poizé J
Agora é a minha vez!
Na quarta, 07-11-07, tivemos uma aula prática de capoeira. (Em Filosofia ter uma aula de capoeira?!) Estranho…
Poizé, tudo isto está ligado à Acção Humana! A Filosofia também é acção, não é só teoria, a aula de capoeira foi a prova disso.
Na acção humana coloca-se a questão do determinismo e liberdade, ou seja, reagimos e a acção desencadeia-se com duas lógicas diferentes de compreensão. Corpo e Alma. A alma é a parte essencial, onde somos nós. O corpo está preso à alma, porque se não existir corpo considera-se uma alma penada, fantasma algo sobrenatural. Para nós o ser humano nasce e morre. Antes de morrer não há corpo depois de morrer não há corpo, sem corpo não há ser humano.
Determinismo significa que tudo está determinado. Mas… Como é que podemos ser livres se vivemos num mundo determinista? Pois o homem para ser livre tem que seguir a sua alma.
Os seres humanos são seres determinados e livres. A alma é a nossa liberdade. O corpo é a nossa prisão. O Homem é a alma e o corpo, pois não é correcto haver alma e não corpo. O que é mais correcto é considerar o Homem como um todo.
Se o nosso corpo não for livre nós não somos livres. A nossa liberdade nasce da libertação do corpo.
Como é que o corpo se liberta? O corpo liberta-se pela prática, no fundo reconstrói o seu próprio mundo. A capoeira faz-se numa roda porque significa o mundo.
O determinismo também se encontra na Natureza e na Sociedade (2º natureza, a nossa natureza).
Poizé o determinismo está por todo lado.
Quando se fala em prisões nós pensamos logo em grades, mas prisões não são só grades. Nós também estamos presos dentro da nossa cabeça, nós estamos presos a certos hábitos. Nós estamos sempre presos.
Poizé…
Onde está a liberdade? Como é que podemos ser livres no meio de tanta prisão?
*
Daniela Resende , nº6 , 10ºE
J
Poize
É a minha vez de postar no blog e digamos que me calhou a aula mais divertida!
Nunca pensei que a capoeira pudesse ser abordada no âmbito da disciplina de Filosofia, porém foi o que fizemos na Quinta-Feira passada. Quando recebemos esta noticia ficámos todos um pouco apreensivos, contudo no momento da aula essa inibição desapareceu, pelo menos para a maioria. O professor Josias começou por uma breve introdução à capoeira em geral, chegando a aspectos mais especificos que nos deixaram a perceber como a Filosofia pode ser tratada na capoeira. Sendo a acção humana o tema que estamos a tratar actualmente na disciplina, o professor decidiu, e muito bem, que tivessemos uma aulinha de capoeira.
Para mim é dificil fazer um resumo de uma aula prática, e para além de complicado é aborrecido para o leitor, mas quem esteve lá pôde ver que é algo que anima qualquer um, e que introduz aos novos participantes um sentimento de paz e de compreensão visto que a capoeira é uma arte marcial.
Na minha opinião não! Apesar de a capoeira ser caracterizada por movimentos ginástico-acrobatas e de ser considerada uma arte marcial por muitos, a musica faz dela uma arte, uma dança, uma forma de expressão.
Temos todos que agradecer aos professores de capoeira que nos ensinaram a atacar, a defender, a gingar, a cantar e sobretudo a ganhar mais interesse neste “desporto” que é a capoeira.
Fiquem bem*
Helder Silva Nº 12
A 11ª aula de Filosofia
Poizé, desta vez foi eu que me ofereci para fazer o post desta aula. Bem, penso que a turma em geral já está a perceber/interpretar melhor coisas essenciais na Filosofia que antes nos baralhavam imenso. Quanto a esta aula, falamos de diferenças entre o Homem e o Animal. Primeiro descobrimos que não somos assim tao diferentes como pensávamos. Tanto o Homem como o Animal têm inteligência prática, comportamentos inteligentes (animais como o cão têm estes comportamentos), instintos, actos reflexos e hábitos, automatismo aprendido (só certos animais é que podem aprender hábitos).
Mas então quais são as diferenças entre o Homem e o Animal?
Uma delas é o Animal agir automaticamente, sem vontade própria enquanto o Homem sabe o que faz, tendo consciência dos seus actos sabendo avaliá-los. Exemplo: o Homem se comer sempre comidas “plásticas” sabe que estará a prejudicar-se mas o Animal (tendo como o Homem as suas preferências) não tem consciência se o que esta a comer lhe faz bem ou mal. Concluindo, o Homem tem consciência do que faz e que pode fazer de uma maneira diferente, por vezes melhor para si enquanto o Animal não sabe avaliar o que faz, se está a fazer bem ou mal.
Finalizando, a principal diferença é que o Homem tem consciência axiológica e vontade racional para analisar, avaliar e optar por uma acção. Esta capacidade intelectual (que só o Homem a possuí) chama-se inteligência formal e criativa.
Tentem comentar mais os posts, eu vou fazer o mesmo xD
Fábio Melo nº10 10ºE